19 de setembro de 2010
11 de setembro de 2010
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9 de setembro de 2010
Carta de S. Paulo aos Coríntios
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor seria metal que soa ou sino que tine.
E ainda que tivesse o dom da profecia e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, ainda que a minha fé fosse a ponto de mover montanhas, mas não tivesse amor, eu nada seria.
E ainda que repartisse pelos pobres tudo quanto tenho e meu corpo entregasse às labaredas mas não tivesse amor, nada ganharia.
O amor paciente, repleto de bondade, o amor que desconhece inveja e não ostenta orgulho, o amor sem vaidade, que descura o próprio interesse, não se irrita e não suspeita mal;
O amor que não colhe alegria da injustiça, mas se alegra com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acabará: há um tempo em que vacilam as profecias, as línguas emudecem e o saber desaparece;
Porque só em parte conhecemos e só em parte profetizamos;
Mas quando chega a perfeição os limites apagam-se.
Quando eu era criança, falava como criança, sentia como criança, pensava como criançamas, quando me tornei homem abandonei as coisas de criança.
Porque agora vemos por espelhoem enigma, mas então veremos face a face: agora conheço em parte,
mas então conhecerei conforme também sou conhecido.
Agora,pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estas três, mas o maior de todos é o amor.
E ainda que tivesse o dom da profecia e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, ainda que a minha fé fosse a ponto de mover montanhas, mas não tivesse amor, eu nada seria.
E ainda que repartisse pelos pobres tudo quanto tenho e meu corpo entregasse às labaredas mas não tivesse amor, nada ganharia.
O amor paciente, repleto de bondade, o amor que desconhece inveja e não ostenta orgulho, o amor sem vaidade, que descura o próprio interesse, não se irrita e não suspeita mal;
O amor que não colhe alegria da injustiça, mas se alegra com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acabará: há um tempo em que vacilam as profecias, as línguas emudecem e o saber desaparece;
Porque só em parte conhecemos e só em parte profetizamos;
Mas quando chega a perfeição os limites apagam-se.
Quando eu era criança, falava como criança, sentia como criança, pensava como criançamas, quando me tornei homem abandonei as coisas de criança.
Porque agora vemos por espelhoem enigma, mas então veremos face a face: agora conheço em parte,
mas então conhecerei conforme também sou conhecido.
Agora,pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estas três, mas o maior de todos é o amor.
1 Coríntios 13
Ser Feliz ou ter Razão
Para reflexão...
Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita.
Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: - Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais... E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!
Moral da história:
Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: "Quero ser feliz ou ter razão?"
Outro pensamento parecido, diz o seguinte:
Passe aos seus amigos, para ver se o mundo melhora... Eu já decidi... EU QUERO SER FELIZ e você?
Obs.: Peguei essa mensagem no site da Ana Maria Braga
Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita.
Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: - Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais... E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!
Moral da história:
Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: "Quero ser feliz ou ter razão?"
Outro pensamento parecido, diz o seguinte:
"Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam".
Passe aos seus amigos, para ver se o mundo melhora... Eu já decidi... EU QUERO SER FELIZ e você?
Obs.: Peguei essa mensagem no site da Ana Maria Braga
A Lista
Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais
Faça uma lista dos sonhos que tinha
Quantos você desistiu de sonhar
Quantos amores jurados pra sempre
Quantos você conseguiu preservar
Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantos amigos você jogou fora
Quantos mistérios que você sondava
Quantos você conseguiu entender?
Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você
Quantas mentiras você condenava
Quantas você teve que cometer
Quantas canções que você não cantava
Hoje assobia pra sobreviver
Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você.
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